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Sempre soube que a série Alma e Sangue teria vários livros.

Motivos:

Muitos personagens, todos com suas histórias e cada uma mais interessante do que a outra. E o maior dos motivos, a tremenda solidão em que o nosso amado rei vive. Ele é o rei, governa os cinco poderes do mundo dos vampiros. É bonito, poderoso, imortal, inteligente, tem dois mil anos, cabelos ruivos e cara de safado. Recentemente uma das personagens novas, a Sophie notou que ele tem sardas, normal, é ruivo. Continuando, ele guarda segredos perigosos, poderosos, decide o destino de muitos. Mas quando a manhã se aproxima, e ele se recolhe a sua câmara para o merecido repouso está sozinho.

Tem amigos, conselheiros, antigos amores, mas ninguém para levar para o leito e recolher em seus braços.

Distrações? Muitas, violino, livros, jogos eletrônicos, joga xadrez por vídeo conferência. Ainda manda cartas seladas, porque acha elegante, mas nada disso preenche o vazio de sua solidão.

Os Personagens falam com seu criador. Ariel Simon, nunca me pediu, mas eu não sou cega, ou quase, afinal, minha miopia é grande. Mas eu sinto na pele essa solidão sempre que começamos a conversar.

Não havia um primeiro capítulo para o sexto livro da série. Tudo que existia era a visita de Darden, o Senhor dos Lobos, no Livro, A Rainha dos Vampiros, capítulo 39, página 357.  O mais interessante é que esse capítulo foi como um buraco na linha do tempo. Tudo que é conversado nessas páginas gerou um novo capítulo. O coloquei no centro do planejamento e comecei a criar em volta.

Sempre me perguntava de onde vinham minhas ideias. E agora tenho certeza, é um conhecimento antigo, tatuado a ferro e fogo na minha alma. Todas as histórias estão apenas adormecidas em meu subconsciente. Quando começo um novo livro, estou somente as despertando e colocando no papel. Digo isso porque esse capítulo foi a chave para todo o resto.

Ariel é o centro das atenções, e gosta disso. Apesar de ter contado sua história no livro dois da série, Alma e Sangue, O império dos Vampiros, ele ainda tem muitos segredos, afinal esse ruivo tem dois mil anos de existência. Sem falar nos casos mais recentes.

Caminhar com ele é intenso, tem mais poderes, e não tem medo de usá-los, ou melhor, ele pode usar todos, é o rei.

Ele me deixa louca, quando começa a ir depressa demais, atropelando a continuidade das cenas, tentando avançar os capitulos. Mas eu amo ele e seu cheiro de lavanda francesa. É um anjo diabolico.

 

 

 

 

 

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