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indiceAshlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento. Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora. Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela.”

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Terminei a leitura do primeiro livro da série “Senhores do Submundo”, A Noite Mais Sombria, de Gena Showalter. Como comentei na minha página de resenhas, Eu Vejo Livros, notei algumas similaridades com os livros da Irmandade da Adaga Negra, mas não desisti da leitura, na verdade ela me prendeu do começo ao fim.

A personagem principal do primeiro livro Ashlyn Darrow ouve vozes, calma, ela não é esquizofrênica. Sinceramente ouvir vozes não deve ser nada bom. Imagina sua cabeça cheia de vozes como um rádio sem sintonizar uma boa musica? Um inferno. Não admira que ela tenha viajado para Budapeste em busca de uma lenda. Uma cidadezinha que tem no alto da colina uma fortaleza sinistra, habitada por guerreiros que controlam o crime e ainda ajudam a comunidade, mantendo-se distantes como fantasmas, ou seriam, anjos?

a-noite-mais-sombria-gena-showalterFoi atrás de tais homens, que ela subiu a colina, ela só não contava que fosse encontrar um pouco mais.  O que ela não sabia é que eles estão na fortaleza para evitar que suas maldições afetem os deles se aproximarem, ou serem caçados, por um grupo de humanos que se intitulam “caçadores”, uma organização que os caça através dos séculos tentando destrui-los através de um artefato mitológico, a caixa de Pandora.  Eu vi a coisa da fortaleza, mas como uma prisão domiciliar. Afinal, muitos séculos atrás eles cometeram um crime terrível e por isso foram punidos pelos deuses.

Ashlyn Darrow como personagem é convincente e forte, decidida e apaixonada. E não deixou o mocinho vencer logo de cara. Isso me chamou a atenção nesse livro o casal demorou um tempo para ter um contato mais intimo, afinal tem certas coisas que devem ser degustadas com muita calma. Isso prende para valer o leitor.

A minha primeira série nesse estilo foi da Christine Feehan, com ela aprendi a pegada desse estilo de livros e gostei muito. Aqui com Gena Showalter temos o mesmo esquema.

senhoresO primeiro guerreiro a ser apresentado é Maddox sua maldição é a violência. Um demônio que com ele divide o corpo e simplesmente o incita a violência durante o dia todo. Pavio curto é pouco para ele. Ele gosta de chacinar, bater, ver o sangue virar um rio. Adorei ver ele se pegando no braço com um dos guerreiros de seu grupo. É tem momentos assim nesse livro. Não vou revelar a maldição dele, ou como ela é realizada todas as noites. Mas é algo que não sei se aguentaria por séculos.

O encontro dele com Ashlyn é bem arquitetado e o que os liga é algo muito simples, um parece completar o outro. O romance deles se desenvolve em meio a conflitos, envenenamentos, fugas, invasões e Maddox enfrentando sua maldição todas as noites.  O que não gostei, algumas repetições de frases, foi desnecessário, quem ler vai compreender, mas dá para passar para próxima e se diverti de boa. Temos de nos lembrar ao pegar uma série nesse estilo, que trata-se de entretenimento, com um tipo de público e objetivo.

genashowalter071509O livro é bem escrito, a ideia central é boa, afinal, ela pegou um mito grego e transformou para os dias atuais e com explicações muito boas. Ela conseguiu criar algo original de um mito secular, a caixa de Pandora. Pelo que já li de criticas, os demais livros não perdem ritmo.

Minha nota? Quatro beijos mordidos!

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