Etiquetas

, , ,

images-livrariasaraiva-com-br

A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

Sinopse:

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração”.

Vamos a Resenha…

Num mundo dividido pela cor do sangue Mare Barrow nasceu do lado errado do mundo, ela é uma vermelha. No início do livro formulei mil perguntas e a resposta era a mais simples. A cor do sangue. Nessa distopia, coisa que adoro, distopias. Vamos ver um mundo, que não reconhecemos. Mas é porque estamos olhando de muito longe, por uma janela embasada, onde tudo foi distorcido.

Mare tem sangue vermelho e isso a coloca na pobreza, jamais sairá dela, ou vai para o exercito luta ou passa fome. Vive num “vilarejo” chamado palafitas, que mais se assemelha a uma favela. Um pai, uma mãe, tem três irmãos mais velhos Bree, Tramy e Shade e uma irmã mais nova chamada Gisa, uma talentosa artesã, que ganha parte do sustento da família bordando para os prateados. Tem como amigo Kilorn, um órfão da guerra. Pelas ruas de palafitas Mare rouba o que pode para ajudar sua família, mas só consegue envergonhá-los.

Nesse mundo tenso e opressivo uma guerra se desenrola ceifando prateados e muito mais vermelhos. Dois reinos, Lakeland e Norta. A estrutura de governo, os nomes, me fizeram lembrar a forma de governo romana. “Pão e Circo” os agrada também. O rei do pedaço chama-se Tiberias Calore IV.

O que pude perceber durante a leitura é que os prateados estão no poder porque possuem “poderes” capazes de matar os vermelhos. Juro fiquei me perguntando, que galera é essa? Será que são extraterrestres? Isso é a terra? Que mundo é esse? Não conseguia soltar o livro. Não é a toa que ele se tornou o livro mais vendido do The New York Times, em sua primeira semana de lançamento.

A ação começa quando Kilorn descobre que será recrutado para a guerra, ele e Mare começam a planeja sua fuga. A única pessoa que pode ajuda-los é a guarda Escarlate, um grupo rebelde que luta contra a dominação dos prateados. O preço para a fuga de Kilorn é alto. Mas isso é só o começo. Num golpe do destino Mare coloca Gisa, sua irmã mais nova em perigo e o desfecho é trágico. A única coisa boa foi seu encontro com um estranho, que tentou roubar na taverna, Cal.

Seus caminhos se cruzaram e Cal levou Mare de encontro ao seu destino. Dentro do palácio, trabalhando como serviçal Mare literalmente cai dentro de uma arena e vai lutar por sua vida com unhas, dentes e poderes. É, Mare tem alguns.

Na teia da aranha, ou diria da corte? Mare se vê prisioneira, diante do rei e da rainha com sua vida virada de cabeça para baixo. Mentir, roubar, seus dons agora serão as únicas armas que terá para sobreviver as intrigas do palácio.

Uma tomada de poder, uma revolução, o primeiro amor e beijo. Tudo isso regado com desconfianças, medo e mentiras. A Rainha vermelha é um livro muito bom e tem na sua história assuntos fortes, como a guerra, a traição, viver tudo isso aos 17 anos é um choque do tipo “cresça ou morra”.

Um livro para ler de uma tirada só. Minha nota? Cinco beijos mordidos!

beijos-mordidosbeijos-mordidosbeijos-mordidosbeijos-mordidosbeijos-mordidos

Anúncios