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Dom Pedro I VampiroAcho que a palavra sedutor foi uma das mais frequentes que li quando comecei minha pesquisa para escrever o livro Dom Pedro I Vampiro. A forma pejorativa com a qual a informação foi passada me deixou um tanto quanto incomodada. Não, não acho certo um homem trair a esposa, ter diversas amantes, filhos ilegítimos. Acredito no amor, mas sei a força que existe em paixões e no que elas são capazes de fazer.

O que me incomodava é que Dom Pedro I agia como qualquer imperador de sua época a exemplo disso o Rei Luís XV da França, que manteve varias amantes, sendo a favorita

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Madame de Pompadour, Francois Boucher

Madame de Pompadour, ou a Reinette, “rainhazinha”, devido ao poder que possuía junto ao rei.

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Domitila de Castro Canto e Melo Viscondessa com grandeza e Marquesa de Santos

Dom Pedro I fez o mesmo ao elevar Domitila de Castro Canto e Melo a Marquesa de Santos, e dar a ela poder, e protegê-la de quem quer que fosse.

Ela não era a única, mas era sem dúvida nenhuma a sua favorita, a que tomou seu coração por completo, a que o fazia render-se aos seus pés.

Sedutor. A palavra é doce e melódica e me remeteu a um Dom Pedro I charmoso e dono de um sorriso encantador.

Foi com essa magia que ele se tornou Dom Pedro I Vampiro e reinou absoluto em 335 páginas. Se estabelecendo como um personagem forte, carismático e capaz de nos fazer suspirar com seus gestos decididos, teimosos, ou de extremo desvelo.

No transcorrer da história ele encontra uma personagem a sua altura, Eva. E com ela descobre, que seu coração ainda bate bem vivo.

Juntos eles vão aprender muito sobre amor, poder e como lutar contra seus inimigos.

 

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